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Estado de Israel

Israel é um País do Oriente Médio na região estreita que liga a África à Ásia. O Estado de Israel ocupa a maioria da região conhecida como a terra de Israel.

Israel é um País desenvolvido, localizado em uma região geograficamente e climaticamente diversificada. Existem montanhas cobertas de neve no norte ao lado de áreas ermas ao sul, áreas desoladas ao lado de cidades modernas e vibrantes. O mosaico étnico e religioso de Israel é rico e fascinante, e possui numerosas instituições culturais e centros de entretenimento. Graças à sua rica história e à santidade das três religiões monoteístas, existem muitos locais antigos e sagrados. Durante a maior parte do ano, o clima de Israel é agradável, e você pode excursionar por todo o País em qualquer época. Contudo, é recomendável que se visite o país durante o outono e a primavera (Setembro a Novembro, Abril a Junho), quando a temperatura é bastante agradável.

Cartão de Identidade

Nome Oficial: Estado de Israel
Forma de Governo: Democracia Parlamentarista
Capital: Jerusalém
Área: 21.643 quilômetros quadrados
População: 7 milhões de pessoas
Distribuição Religiosa: 76,5% Judeus, 16% Muçulmanos, 2% Cristãos, 1,5% Druzos, 4% sem classificação religiosa
Idiomas Oficiais: Hebraico, Árabe
Moeda Corrente: Novo Shekel
Renda per capita por Pessoa: 22,944 (calculado de acordo com o poder de compra)
Qualidade de Vida: 22º lugar no mundo
Código de Ligações Internacionais: 972
Sufixo para Internet: il

Os Emblemas do País
A bandeira do Estado de Israel é composta de duas faixas azuis em um fundo branco com a Estrela de David (hexagrama) entre elas.

O Hino Nacional do Estado de Israel é o Há-Tikva (“A Esperança”). A letra foi escrita pelo poeta Naphtali Herz Imber (1856–1909) e a melodia é uma canção popular Romena citada pelo compositor Tcheco Bedrich em seu ciclo “Minha Terra Natal”. O Há-Tikva foi escolhido como hino do movimento sionista em 1933 e com a fundação do Estado de Israel, foi aceito como Hino Nacional. Entretanto, a música só foi oficialmente reconhecida pelo Knesset como seu Hino Nacional em 2004.

O emblema do Estado de Israel é a Menorá de sete braços (candelabro) com ramos de oliveira em ambos os lados e com o nome Israel aparecendo abaixo. A idéia da Menorá veio de uma gravura no Arco de Titus em Roma, representando a marcha da vitória do comandante Romano Titus, após ter reprimido a Grande Revolta Judaica e destruído o Templo no ano 70. A idéia dos ramos de oliveira é uma profecia do Profeta Zacharias. A Menorá do Templo em Jerusalém gravada no Arco de Titus não simboliza apenas o passado ilustre do povo de Israel, mas também sua derrota e o começo do seu exílio. Portanto, a escolha dessa Menorá específica não une somente o novo Estado a seu passado nobre – mas por assim dizer também trouxe a Menorá de volta de seu longo exílio, mesmo que indiretamente, simbolizando o fim da Diáspora.

Forma de Governo
O Estado de Israel é uma democracia parlamentarista, chefiado pelo presidente, cujo papel é eseencialmente simbólico e representativo. O País é, na verdade, dirigido por três autoridades: a autoridade legislativa (o Knesset), a autoridade executiva (o governo) e o judiciário.

A autoridade legislativa em Israel é o Knesset (nome do parlamento) que contém 120 membros escolhidos em eleições gerais uma vez a cada quatro anos. O Knesset decreta leis, toma decisões políticas, escolhe o presidente e o governo, e supervisiona as atividades governamentais.

A autoridade executiva em Israel é o governo. É responsável por executar as leis decretadas pelo Knesset e pela própria administração do Estado. O Primeiro Ministro é um membro do Knesset que o presidente incumbiu de constituir o governo, e que formou um governo que ganhou a confiança do Knesset. Desde a sua fundação, nenhum único partido teve o privilégio de maioria absoluta no Knesset. Por essa razão, todos os governos de Israel sempre tiveram coalisão governamental.

A terceira autoridade é o judiciário, que é responsável pela manutenção das leis no Estado. Como líder do sistema legal está a Suprema Corte. Ela atende apelos contra julgamentos de cortes menores e também atua como Alta Corte de Justiça para petições submetidas por civis contra as autoridades do Estado. Além dos sistemas legais, comum ou civil, Israel possui cortes onde a lei é outorgada por uma única autoridade em problemas específicos. Entre estas cortes estão: Tribunal do Trabalho, Tribunal Militar, e os tribunais religiosos (Judaico, Muçulmano, Cristão e Druzo), que lidam com temas como casamentos e divórcios.

Economia de Israel
A economia Israelense é uma história de sucesso. Embora possua muito poucas reservas naturais, e apesar das guerras e das ondas de imigração que sobrecarregaram o país, Israel situa-se entre os países mais prósperos do mundo. Duas das razões para o enorme sucesso econômico de Israel são a ajuda externa totalizando algo em torno de 100 bilhões de dólares até agora e mão de obra qualificada.

Desde a sua fundação, as exportações cresceram em torno de 30 milhões de dólares ao ano para mais de 30 bilhões de dólares ao ano. Ao longo deste período, muitas mudanças ocorreram na economia Israelense. No início, as exportações mais importantes do Estado eram as frutas cítricas, assim como diamantes processados e aguns produtos industrializados. Por outro lado, nos dias de hoje, a maioria das exportações consiste em produtos de alta tecnologia de diversas áreas como: eletrônicos, softwares, hardwares, ópticos, comunicações e instrumentação médica.

A ideologia econômica de Israel também mudou ao longo do tempo. No início, a econômia era proeminentemente centralista, caracterizada por muito envolvimento do Estado. Após a mudança da política em 1977, a ideologia econômica mudou e desde a década de 1980, os governantes de Israel adotaram a política de economia liberal.

O PIB (Produto Interno Bruto) de Israel é algo em torno de 154 bilhões de dólares (51º lugar no mundo), enquanto a renda per capita é algo em torno de 22,944 dólares (44º lugar no mundo). Suas exportações somam em torno de 42 bilhões dólares ao ano, enquanto suas importações somam algo em torno de 45 bilhões de dólares ao ano. Sua taxa de crescimento anual gira em torno de 5%, a taxa de inflação é de mais ou menos 2% e a taxa de desemprego é de 8,9%. O setor predominante da economia Israelense é a alta tecnologia, que se tornou a força motriz por trás do crescimento da economia na década de 1990. Outros setores em destaque na economia Israelense são: farmacêutico, químico, turismo, indústria militar, indústria de metal, e polimento de diamantes.

População

Informações gerais
O Estado de Israel possui em torno de 6.9 milhões de habitantes.

A característica mais notável da população de Israel é sua alta diversidade. Apesar da principal divisão dos habitantes do País em Judeus (80%) e Árabes (20%), existem muitas outras subdivisões.Os Judeus, por exemplo, estão divididos entre religiosos e laicos, sendo que os últimos incluem várias comunidades de imigrantes que preservam sua cultura.Da mesma forma, os Árabes dividem-se em Muçulmanos, Cristãos e Druzos. Ao lado destes grupos, Israel possui pequenos grupos étnicos religiosos como os Circassianos e os Samaritanos, e pequenas comunidades Cristãs da Europa como os da Comunidade Alemã Beit El em Zikhron Ya´akov.

Outra grande característica da população Israelense é sua alta taxa de crescimento, que é atípica em países desenvolvidos. Desde a fundação do Estado, a população aumentou quase dez vezes mais, principalmente devido à imigração de Judeus de todas as partes do mundo. Hoje, Israel é um país com grande densidade populacional, apesar de haver grandes regiões pouco povoadas. .A população de Israel é jovem (média etária é 28,3 anos), sua mortalidade infantil é baixa (5,8 mortes a cada 1.000 nascimentos), e a expectativa de vida é alta (78,7 anos).

A População Judaica
O Estado de Israel foi fundado em 1948, no auge da Guerra da Independência.Foi a expressão culminante de um longo processo durante o qual o povo Judeu havia começado a retornar à sua Pátria – processo que continuou depois de sua fundação.De fato, desde a sua fundação em torno de 2.7 milhões de Judeus imigraram para Israel orinundos de cerca de 130 Países. Essas ondas contínuas de imigração deixaram suas marcas na política e na sociedade do País.

O crescimento da população Judaica em Israel não tem sido uniforme, mais propriamente ocorreu em quatro grandes ondas de Aliya (Aliya – ascensão em Hebraico – é o nome usado para referir-se à imigração de Judeus para Israel) Entre os anos de 1948-1951, Israel absorveu em torno de 700.000 imigrantes, tendo sua população dobrado como conseqüência. No meio da década de 50, em torno de 170.000 imigrantes chegaram a Israel vindos do Norte da África e Romênia. No início da década de 60, em torno de 180.000 imigrantes chegaram do Norte da África. Nos anos 90 em torno de 900.000 imigrantes chegaram da antiga União Soviética e em torno de 60.000 imigrantes da Etiópia, tendo sido todos absorvidos por Israel.

Em função da abundância dos países de origem, a população Judaica de Israel é muito variada. Desde a fundação do Estado, os governantes de Israel adotaram a política do “crisol” (ambiente onde muitas idéias e muitas pessoas vivem em harmonia social). Contudo, muitos grupos de imigrantes preservaram suas tradições em vários aspectos. Ao mesmo tempo, ao longo dos anos, a porcentagem de Israelenses nativos (Sabra) aumentou gradualmente, e hoje eles representam a maioria da população Judaica (65%). Este processo, e em particular a taxa de aumento de casamentos entre membros de várias comunidades e a crescente influência da cultura ocidental, causaram uma ruptura gradual nas diferenças entre as comunidades Judaicas de Israel Além das divisões entre as comunidades, os Judeus em Israel também são divididos de acordo com seu nível de observância religiosa. Ultra-Ortodoxos (12%), religiosos (10%), tradicionais (35%) e laicos (43%).

A População Não-Judaica
A grande minoria não judaica é Árabe, representando em torno de um quinto da população do País. A maioria dos Árabes de Israel vive em assentamentos na Galiléia, na Planície Costeira Oriental e no norte do Neguev.Existem também grandes concentrações de Árabes em uma série de cidades como: Haifa, Jerusalém, Acre e Ramle.

A grande maioria dos Árabes em Israel são Muçulmanos Sunitas, com apenas um décimo sendo Cristã (a maioria membros da Igreja Grega –Ortodoxa). Entre os Árabes de Israel estão os Beduínos, Árabes Muçulmanos cujos antepassados viveram como nômades. Os Beduínos mudaram-se para assentamentos permanentes principalmente no norte do Neguev, mas também na Galiléia. Os Druzos (veja abaixo), embora sejam uma comunidade religiosa distinta também são Árabes.

Israel possui mais grupos étnicos e religiosos. Abaixo seguem os mais importantes:

Druzos: Membros de uma religião que se desenvolveu a partir do Islamismo Shiita no século XI, e cujos adeptos estão concentrados na Síria, Líbano e Israel.Em torno de 115.000 Druzos vivem atualmente em Israel, em 17 assentamentos no Monte Carmel, na Galiléia e nas Colinas do Golan.

Circassianos: Membros do Islamismo é um povo não Árabe que veio do Cáucaso. Quando seu País foi capturado pelos Russos no Século XIX, muitos Circassianos imigraram para o Império Otomano, e alguns vieram para a Terra de Israel, onde se estabeleceram nas vias de Rikhaniya e Kafr Kama.

Samaritanos: Membros de uma comunidade étnica-religiosa cuja religião é muito próxima ao Judaísmo. A comunidade Samaritana desenvolveu-se seguindo a conquista Assíria sobre o Reino de Israel, quando membros do Reino de Israel que permaneceram na região associaram-se a povos exilados pelos reis Assírios.Na antiguidade, a comunidade era grande e forte. Entretanto, rebeliões sem sucesso durante o Período Bizantino, juntamente com a pressão exercida pelos Muçulmanos sobre os Samaritanos de os converter ao Islamismo, reduziu seu número gradualmente. Agora permanecem lá em torno de 700 Samaritanos, metade dos quais vive em Nablus ( Shkhem) e metade em Holon ( Kholon).

Comunidades Israelenses
Israel é um País densamente populoso (em torno de 300 pessoas por quilômetro quadrado), e a maioria de seus habitantes vive nas grandes cidades e pequenas cidades. Contudo a distribuição da população não é uniforme.A maioria está concentrada ao longo da Planície Costeira, enquanto que o Neguev, que ocupa mais da metade da área total do País, é pouco populosa.

Em torno de 91% dos habitantes de Israel vivem em assentamentos urbanos com uma população de mais de 2.000 pessoas. Em torno de um quarto vive em uma das quatro maiores cidades de Israel (Jerusalém, Tel Aviv, Haifa, Rishon-le-Tsiyon). A maior cidade de Israel é Jerusalém, com uma população em torno de 706.000 pessoas. Cerca de 376.000 pessoas vivem em Tel Aviv. Entretanto, mais de 1.6 milhões de pessoas vivem em sua área metropolitana, que se extende de até Herzliya (Hertzlyia) ao norte e Rishon lê-se Tsiyon ao sul.

O início do Século XX viu o desenvolvimento do Kibutz e do Moshav, dois tipos de assentamentos agrícolas específicos de Israel. O Kibutz é uma comunidade baseada em propriedade comunitária da terra, nos meios de produção e consumo.O Moshav (moshav ovdim) é uma vila agrícola que combina elementos da propriedade privada com elementos de uma cooperativa como, por exemplo, ajuda mútua, compras comunitárias e comercialização.Em 1990, seguindo mudanças sociais em Israel e uma crise na agricultura, muitos dos princípios do moshav se desgastaram, e a maioria dos kibutzim passou por grandes reformas e experimentaram diferentes graus de privatização.

Ao longo dos anos, os tipos de assentamentos, com nomes singulares fixaram-se em Israel. A Moshava foi o início típico de um novo assentamento Judaico em Israel.Moshavot, como são chamados no plural em Hebraico, eram assentamentos agrícolas de pequenos agricultores com meios privados de produção. Durante os primeiros anos de sua existência, Israel estabeleceu assentamentos urbanos chamados de cidades desenvolvidas. Desenhados de forma a prover soluções habitacionais para novos imigrantes e implementar a política da dispersão da população. A maioria dessas cidades desenvolvidas fixou-se longe dos centros urbanos do País.

Idiomas
Os idiomas oficiais de Israel são o hebraico e o Árabe. O Inglês é o idioma principal para o propósito de relações externas. A maioria dos Israelenses fala Inglês, e a maioria das placas de rua e de sinalização também é em Inglês.

O idioma mais comum é o Hebraico, que é falado por seis milhões de pessoas. Em seguida vem o Árabe, que é falado por mais de um milhão de pessoas. Sendo Israel uma terra de imigrantes, idiomas adicionais são falados entre as diversas comunidades de imigrantes, sendo os idiomas mais falados: Russo (em torno de 900.000 falantes), Árabe-Judaica (300.000 falantes) e Yiddish (200.000 falantes).

Dinheiro e moeda corrente

Moeda Corrente Israelense
A moeda corrente do Estado de Israel é o Novo Shekel de Israel (NIS), ou apenas shekel para simplificar ( no plural shkalim em hebraico e shekels em Inglês). Existem 100 agorot (“agora” no singular) em cada shekel. As cédulas bancárias são denominadas de NIS 20, 50,100 e 200; moedas são denominadas de NIS10, NIS5, NIS1 e 50, 10 e 5 agorot. Troca de Dinheiro

Somas ilimitadas de dinheiro local ou estrangeiro podem ser trazidas a Israel em forma de dinheiro vivo, cheques de viagem, cartões de crédito ou Títulos do Estado de Israel. Moedas correntes estrangeiras de todos os tipos podem ser trocadas nos aeroportos, bancos e correios, na maioria dos hotéis ou agências de câmbio licensiadas nas grandes cidades. Um passaporte é solicitado quando se trocam cheques de viagem. As taxas variam de lugar para lugar, e os bancos cobram uma comissão. É recomendado, porém não obrigatório, carregar um pequeno montante em dólares americanos, desde que alguns lugares turísiticos, especialmente na Cidade Velha de Jerusalém, só aceitam pagamento em dólares. Para atualização das taxas de câmbio, por favor, consulte.

Retirada de Dinheiro
Pessoas que possuam cartões de crédito internacionais podem retirar moedas correntes locais ou estrangeiras nos bancos que aceitem seus cartões de crédito.Existem caixas automáticos (ATM) na parte de fora da maioria dos bancos.

Compras e Pagamentos
Todos os produtos e serviços podem ser comprados nas seguintes moedas, que podem ser trocadas livremente: Euro, Dólar Australiano, Dólar Americano, Dólar de Hong Kong, Dólar Novo Zelandês, Dólar de Cingapura, Dólar Canadense, Yen Japonês, Krone Dinamarquês, Krone Norueguês, Krone Sueco, Libras Esterlinas, Francos Suíços, Rand Sul Africano. Contudo os donos de lojas e fornecedores de serviços, não são solicitados a aceitar moeda corrente estrangeira e lhes é permitido dar o troco em shekels mesmo tendo sido feito o pagamento em moeda estrangeira.

Turistas que paguem por produtos e serviços em moeda estrangeira estão isentos, em alguns casos, do VAT (Valor do Imposto Agregado). Além disso, alguns estabelecimentos em Israel são registrados no programa do Ministério do Turismo para reembolso do VAT a turistas. Estes comerciantes são solicitados a informar seus clientes deste acordo, e fornecer a eles uma nota fiscal que deve ser apresentada no seu ponto de partida de Israel juntamente com a compra em uma sacola lacrada. O VAT, descontada a comissão, será devovido na hora.Aqueles que estiverem saindo de Haifa, Ashdod ou Eilat terão seu VAT devolvido no endereço constante da nota fiscal. Se o montante a ser reembolsado exceder a $1.000, o mesmo será enviado depois que a nota fiscal for verificada pelas autoridades de impostos.

O valor mínimo de compras qualificado para o reembolso do VAT é de $100, incluindo VAT. Em Eilat, onde o VAT não é recolhido, o mínimo de compras para reembolso do VAT é de $200, incuindo o VAT. A venda de jóias cujo valor em shekels seja igual a $ 200, incuindo o VAT não será isenta.

A maioria dos cartões de crédito - American Express, Diners, Visa, Mastercard/Access/Eurocard – São amplamente aceito nos restaurantes, nas lojas, nos hotéis, museus etc.Isralenses.

Gorjetas e Negociações
Em Israel costuma-se dar gorjetas principalmente em restaurantes. Quando o serviço não está incluído na conta, uma gorjeta de 12% deve ser acrescida ao pagamento. Em hotéis, algumas pessoas dão gorjeta ao carregador de bagagem ou a qualquer outro tipo de serviço.Motoristas de Táxi em geral, não recebem gorjeta.

Negociações são aceitas em Israel, mas não em todos os lugares.Nos mercados ao ar-livre, não hesite em barganhar, mesmo porquê faz parte da experiência e agindo dessa forma irá conseguir um desconto no preço. É solicitado aos lojistas que mostrem os preços e em sua maioria, não estão abertos a negociações. Isto também acontece nos restaurantes e transportes públicos. Os passageiros são avisados a pedir aos motoristas de táxi que liguem o taxímetro, dessa forma evita-se regateios desnecessários.

Bancos
Vários bancos possuem filiais nas grandes cidades e em pequenas comunidades. A maioria dos bancos está aberta das 8:30hs às 12:00hs de domingo a quinta-feira, e das 16:00 hs às 18:00 hs, aos domingos, terças, e quintas-feiras.Às sextas–feiras e véspera de feriados judaicos, os bancos estão abertos das 8:30hs às 12:00hs. Todos os bancos estão fechados no Shabat. A maioria dos grandes hotéis possui bancos que frequentemente oferecem horas adicionais mais convenientes.

Títulos do Estado de Israel
Turistas que tenham Títulos do Estado de Israel – seja em seu nome ou transferidos a ele – podem resgatá-los em qualquer banco antes da data de vencimento pelo valor nominal total mais juros. O pagamento sera feito em moeda local até o equivalente a US $2,500 por mês.

Abertura de Contas Bancárias.

Turistas podem abrir contas em moeda local ou conta especial, para não residentes e residentes estrangeiros em qualquer banco.

Câmbio de Shekalim por Moeda Estrangeira.

Shekels podem ser convertidos de volta à moeda estrangeira, nos bancos do Aeroporto Ben Gurion, até o valor de U$ 500 ou seu equivalente em outras moedas.Qualquer montante de shekels restante que foram adquiridos durante uma única visita a Israel (até o valor máximo de U$ 5,000) podem ser reconvertidos, com recibos bancários comprovando a conversão original da moeda estrangeira.

Alimentos e Restaurantes

Alimentação – Informações Gerais
A comida em Israel é tão diversificada quanto a população que vive lá. A “cozinha Israelense” é um conceito que envolve muitas tradições culinárias e matérias-primas locais. A maioria dos habitantes Israelenses Judeus é imigrante da Europa Oriental, Comunidade dos Estados Independentes, e do Norte da África que trouxeram com eles, tradições de longa data sobre a comida judaica que desenvolveram na área em que viviam, portanto você poderá encontrar cuscus em Israel ao lado do guefilte fish.

Além de ser um País de imigrantes, Israel é um País do Oriente Médio, onde parte de seus habitantes é Árabe e sua influência é percebida em pratos como húmus, tehina e falafel assim como em muitos pratos feitos com arroz. Israel é também um País Ocidental influenciado por eventos mundiais, e desponta para manter-se sobre todas as mudanças mundias e que estão

Alimentos Populares

Falafel - Um dos melhores pratos Israelenses vem da cozinha Árabe, e é comum encontrá-lo em quase todas as esquinas. É vendido em bancas /lojas de rápido atendimento a preços baixos. O Falafel é feito de bolinhas fritas de grão de bico e algumas especiarias. É vendido em pão de pita (pão sírio), um tipo de pão redondo, achatado, guarnecido com verduras e legumes frescos, tehina e humus, e às vezes com batata chips. Verduras e legumes em conserva e molhos picantes também podem ser acrescentados ao falafel e ao pão.O Falafel, apesar de ser vendido nas ruas, pode servir como uma refeição completa, satisfatória e nutritiva. Pergunte aos transeuntes, onde você pode encontrar um lugar que venda o melhor falafel ou simplesmente escolha o lugar que lhe pareça mais popular.

Shawarma - Este prato popular é compartilhado pelas cozinhas Árabe,Turca e Grega. Shawarma é a carne (carneiro ou peru) que é grelhada lentamente em um espeto giratório. A camada exterior da carne é retirada, e é servida no pão de pita ou no lafa, aonde as verduras e legumes frescos, o tehina, o humus, e as batatas chips são adicionados. Aqui, é habito comer este prato com uma variedade de legumes em conserva.

Humus - Todo Israelense amante do humus lhe dirá que o lugar onde ele come regularmente humus tem o melhor humus do mundo. O Humus é um alimento árabe feito de grão-de-bico, cozido e esmagado em um purê junto com tehina cru (pasta de gergelim). O Humus é servido geralmente com azeite, temperos e salsinha, e às vezes também com um ovo cozido, favas cozidas ou outros acompanhamentos. O Humus é comido junto com o pão de pita, ou como dizem em Hebraico, um prato de humus “deve ser limpo” com o pão do pita. Você pode também encontrar o humus enlatado nas cadeias de lojas. Entretanto, você não pode comparar o produto industrializado com o humus que é servido nos restaurantes populares especializados, onde o serviço é rápido e o local é sem cerimônias.

Café da Manhã
Se você está hospedado em um hotel onde é servido café da manhã, esteja pronto para um rico e variado buffet que o deixará satisfeito por horas. A maioria dos hotéis serve uma ampla variedade de legumes, verduras, saladas, queijos, ovos preparados de todas as maneiras possíveis, peixe, pão, frutas, iogurtes, bolos, sobremesas e muito mais.Grande parte dos hotéis serve o café da mnhã até as 10:00 hs da manhã. O café da manhã servido nos restaurants e cafés normalmente incluem salada, dois ovos preparados da maneira que você quiser, queijos, pão, manteiga e geléia, juntamente com café ou uma bebida gelada. Em alguns cafés você também pode encontrar bacon, feijão e outros acompanhamentos. Mas estes não são considerados parte de um tradicional café da manhã Israelense.

Leis da Dieta Judaica (Kashrut)
O alimento Kasher é o alimento permitido aos Judeus para comer de acordo com a lei religiosa Judaica. Há muitas leis do kashrut, e seu grau de observância varia de acordo com as várias correntes do Judaismo, e de pessoa para pessoa. Para defini-las resumidamente, as leis da dieta Judaica proíbem comer da carne de porco e de outros animais que não ruminem o alimento, e os que não possuem fendas nas patas. É proibido também comer ostras e frutos-do-mar, e proíbe-se comer os produtos derivados do leite juntamente com os derivados de carne.

Lugares que oferecem comida kasher geralmente colocam em exposição um certificado do kashrut concedido pelo rabinato local. A maioria dos hotéis serve alimentos kasher, assim como alguns restaurantes. Mas não há nenhuma lei obrigatória. Assim se o kashrut for importante para você, você deve verificar cada lugar em separado onde você faz sua refeição. É mais difícil encontrar restaurantes kasher em Tel Aviv, enquanto que em Jerusalém e em outras cidades, há uma vasta maioria de restaurantes kasher. Nas cadeias de supermercados, a maioria dos produtos são kasher, podendo ser identificados por uma etiqueta que lhes da essa garantia.

Água
Você pode beber água da torneira. Mas você encontrará também água mineral em todo lugar. È muito importante beber muita água, especialmente quando você sai para uma caminhada e em dias quentes.

Mercado de Compras

Compras - Informações Gerais
Israel tem laços econômicos com quase todas as nações do mundo e fabrica uma ampla variedade de produtos.Existem inúmeras oportunidades de compras em Israel, nos shopping centers que se espalharam nas últimas décadas – incluindo o Shopping Malkha, o maior do Oriente Médio, bem como mercados coloridos, bazares anuais, centros comerciais de rua, e lojas das grandes cidades - todas elas oferecendo atraentes produtos nacionais e importados.

Tel Aviv
Tel Aviv tem ruas inteiras de lojas dedicadas a ítens específicos como: condimentos, vestidos de noiva, roupas, tecidos, móveis, presentes originais, acessórios de moda, e galerias.

Além dessas ruas especiais como Dizengoff, Shenkin, Herzl, Nakhlat Binyamin, e Levinsky, existem feiras de arte quinzenais em Nakhlat Binyamin no centro da cidade, bazares com estilistas de roupas e exposições de artesanato ao redor da zona portuária, e uma feira anual de alimentos chamada “Ta’am ha-Ir” (Sabor da Cidade) onde você pode experimentar uma amostra da grande variedade de comidas que estão disponíveis nos restaurantes de todo o País.

Jerusalém
A cidade velha é o foco de atração com sua atmosfera Oriental e local, onde você pode comprar artefatos, ornamentos feitos de madeira, conchas do mar, couro e palha, vidro e roupas típicas. A feira anual de arte “Khutsot ha – Yotser” oferece trabalhos criados por artistas prestigiados e populares. Existem mercados de fazendeiros e agricultores na Colônia Alemã e nos moshavim nos arredores da cidade. O histórico e reformado centro da cidade é repleto de cafés e lojas que vendem presentes e lembranças de viagem.

Haifa
Haifa possui novos e amplos shopping centers, sendo o maior e mais interessante o “kastra” que possui o maior mural do mundo.O Bulevar Ben Gurion, uma rua reformada abaixo dos Jardins Bahai, possui lojas com mercadorias no estilo do Templo. O Shopping “City Center” localiza-se no coração da Colônia Alemã.

Indústrias Rurais
Os membros dos moshavim e kibutzim abriram recentemente inúmeros pequenos negócios por todo o País. Placas ao longo das estradas avisam sobre essas Indústrias nas Cabanas e vale a pena ser pesquisado. Muitos oferecem comida caseira, produtos para o desjejum e queijos, arte e artesanato, e outros ítens diferentes que não são vendidos nas cidades.

Eilat
Eilat, a cidade turística e de veraneio localizada no extremo sul de Israel, não apenas oferece ítens turísticos e lembranças, mas aparelhos elétricos importados e vestuário também. Compras em Eilat são significativamente mais baratas desde que foram isentos do VAT. Também existem lojas livres de impostos no Aeroporto Ben Gurion e no ponto de cruzamento em Taba.

Lojas comerciais que operam sob a supervisão do governo e estão listadas no Ministério do Turismo exibem o logotipo do Ministério e oferecem uma variedade de itens como jóias, diamantes, tapetes, moda feminina, artigos de couro, ilustrações, cerâmicas e bordados.

Horário Comercial
A maioria das lojas está aberta de segunda a quinta das 9:00 da manhã até às 7:00 da noite. Lojas que fecham para um descanso entre as 2:00 e 4:00 hs da tarde, possuem uma placa com seu horário de funcionamento afixada ao lado da porta. Em algumas cidades, as lojas fecham as terças à tarde.

As lojas fecham ao meio-dia às sextas e reabrem no domingo de manhã. As lojas fecham no meio da tarde na véspera de feriados Judaicos e permanecem fechadas durante todo o feriado.Shoppings Centers que não atendem a população religiosa estão abertos aos sábados e outras estão abertas aos sábados à noite ou feriados para atender aos freqüentadores de cinema.Cafés e restaurantes que não servem comida kasher, normalmente ficam abertas aos Sábados.

Comerciantes Muçulmanos, normalmente fecham às sextas, que é o dia de shabat para a Comunidade Muçulmanas e comerciantes Cristãos estão fechados aos domingos.

Lista de datas e feriados


2008 2009 2010 2011 2012
Purim 21.3 10.3 28.2 20.3 8.3
Pessach 20.4 9.10 30.3 19.4 7.4
Dia do Holocausto 1.5 21.4 11.4 1.5 19.4
Dia da Lembrança dos Soldados Tombados 7.5 28.4 18.4 8.5 25.4
Dia da Independência 8.5 29.4 19.4 9.5 26.4
Shavuot 9.6 29.5 19.5 8.6 27.5
Tisha Bav 10.8 30.7 20.7 9.8 29.7
Rosh Hashaná (Ano Novo Judaico) 30.9 - 1.10 19 - 20.9 9 - 10.9 29 - 30.9 17 - 18.9
Yom Kippur (Dia do Perdão) 9.10 28.9 18.9 8.10 26.9
Sucot (Tabernáculos) 14.10 3.10 23.9 13.10 1.10
Simchat Tora 21.10 10.10 30.9 20.10 8.10
Chanucá 22.12 12.12 2.12 21.12 9.12

Shabat

Apesar deste ser o sétimo dia de todas as semanas (contados a partir do Domingo), e de existiram mais de 50 dias como estes todos os anos, o Shabat é um dia sagrado - é um dos mais importantes dias sagrados no Judaísmo. Na verdade além do Dia da Expiação (Yom Kippur), o Shabat é o dia mais sagrado para os Judeus, e é o único mencionado nos 10 Mandamentos. A observância do Shabat tem sido fundamental para a existência e experiência do Povo Judeu, ao menos até as recentes gerações. Um provérbio bem conhecido diz que por mais que o Povo Judeu guarde o Shabat, o Shabat mantém o Povo Judeu.De acordo com a antiga tradição Judaica, o Shabat tem uma clara conexão com a criação do universo: no sétimo dia D´us descansou (“Shabat” em Hebraico) do seu trabalho de criação. Portanto, esse é um dia sagrado para os homens, e eles também devem descansar de seu trabalho produtivo.

A idéia de Shabat – um dia santificado de descanso após a labuta – é uma das importantes contribuições do Judaísmo para a cultura mundial. É também a base para o conceito da semana como sendo uma unidade cíclica de tempo. O Shabat Judaico serviu de modelo para a definição do dia sagrado para os Cristãos (Domingo), e para os Muçulmanos (Sextas-feiras).

No calendário Judaico, os dias são contados do pôr-do-sol de um dia até o pôr-do-sol do dia seguinte. Entretanto, o Shabat começa na Sexta-feira à noite, chamado de Erev Shabat, e termina no sábado à noite, chamado de Motsa´ei Shabat.A hora exata do início e do término do Shabat é determinada previamente e muda toda semana e de lugar para lugar.

Os costumes associados com o Shabat variam muito.Em primeiro lugar, é um dia de descanso, em que toda atividade produtiva é proibida. De acordo com as Leis Judaicas, qualquer atividade ligada a fogo também é proibida, e os Judeus Religiosos não ligam ou desligam a eletricidade durante o Shabat e não viajam. Muitos outros Judeus, que definem a si próprios como tradicionais (e que são moderadamente religiosos), também evitam viagens, uso da eletricidade ou qualquer outro tipo de atividade produtiva de forma parcial. Muitos deles também não atendem ao telefone no Shabat.

Para os Judeus religiosos, o Shabat é um dia repleto de preces, e eles passam muitas horas na sinagoga. Parte do Serviço de Rezas do Shabat na sinagoga é a leitura da Torá (Os cinco primeiros livros da Bíblia – Gênesis, Exodus, Levitíco, Números e Deuteronômio). Ao longo do ano uma parte da Torá é lida toda semana. Aliás, a divisão da Torá dividida em partes semanais é a divisão original antiga; a divisão em capítulos veio mais tarde. No decorrer do ano, Shabat após Shabat, a Torá inteira é lida. A conclusão da leitura da Torá pode ser feita em um dia que não necessariamente seja Shabat: no oitavo dia da festa de Sucót (chamado de Shmini Atseret) também é o dia do Júbilo com a Torá (Simchat Tora). Esse dia também marca o início de uma nova leitura da Torá.

Informações Importantes
Todos as repartições públicas de Israel estão fechadas no Shabat, assim como a maioria dos serviços privados. O transporte público (trens e ônibus na maioria das cidades) não funciona, e em muitos lugares, não é fácil encontrar um restaurante aberto.Por outro lado, transmissões de rádio e televisão funcionam normalmente.

Nas áreas onde a maioria do povo é laica, como em Tel Aviv e na maioria das cidades vizinhas, o Shabat é expresso principalmente através de atividades comerciais mínimas e de transporte. Muitas famílias laicas deixam a cidade no Shabat, para repouso e recreação em lugares ligados à natureza. Por outro lado, nos bairros religiosos (incluindo grandes partes de Jerusalém), o caráter religioso do Shabat como um dia sagrado é observado completamente. Muitas ruas ficam fechadas ao tráfego e rotas de desvio alternativas precisam ser encontradas de forma a se locomover de um lugar a outro.


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